Durante anos, assistente de IA foi uma coisa que ficava esperando você digitar. Você pergunta, ele responde, fim. A virada que está acontecendo agora é outra: agentes que ficam ligados o tempo todo, olham sua caixa de entrada, aprendem seus objetivos e saem fazendo coisas sem que ninguém peça. Em tese é ótimo. Na prática, abre uma conversa que a gente que trabalha com tecnologia precisa ter antes de liberar acesso a tudo. O que aconteceu No DevDay de 29 de setembro, a OpenAI apresentou os "Dots", agentes que ela descreve como sempre ligados. Cada um tem o seu próprio computador na nuvem, com navegador, e se conecta a milhares de aplicativos por plugins. Dá para conversar com ele pelo ChatGPT ou pelo Slack e pelo Teams, e ele toca vários projetos em paralelo. O primeiro Dot vem incluído nos planos Pro e Business Premium, e no plano Pro o recurso ainda não chegou ao Espaço Econômico Europeu, à Suíça e ao Reino Unido. Há uma camada de controle: regras para quando agir sozi...
Toda API exposta na internet, mais cedo ou mais tarde, recebe um cliente que resolve chamar o mesmo endpoint mil vezes por segundo. Pode ser um bug num loop de retry, um script mal escrito ou alguém testando a sorte. Se você não tem nenhum limite, quem paga a conta é o banco, o CPU e os outros usuários. A boa notícia é que, desde o .NET 7, o rate limiting vem pronto no framework. Não precisa de pacote extra nem de biblioteca de terceiros. Neste post eu monto um exemplo pequeno com Minimal APIs, limite por IP, resposta 429 com Retry-After e testes de integração. A ideia central O middleware trabalha com dois conceitos: o limiter (o algoritmo: janela fixa, janela deslizante, token bucket ou concorrência) e a partição (quem está sendo limitado). Sem partição, o limite é global, e um cliente abusivo derruba o serviço para todo mundo. Particionando por IP, cada cliente tem o seu próprio balde. Você registra uma policy com nome e depois aplica nos endpoints que precisam. Endpoints...